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	<title> &#187; Artigos</title>
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		<title>O executivo Yôgin</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 12:00:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Método DeRose São Bernardo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Yôga nas empresas]]></category>
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		<description><![CDATA[Há alguns anos, o título deste artigo seria motivo de grande curiosidade, ou até mesmo de ficção!
O Yôga que outrora embalou os hippies, beatniks, intelectuais, artistas, agora é “descoberto” e incorporado pelos poderosos homens de negócios.
Há tempos que a maioria das multinacionais européias, norte-americanas e asiáticas vem utilizando Yôga como ferramenta de aprimoramento e qualidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Há alguns anos, o título deste artigo seria motivo de grande curiosidade, ou até mesmo de ficção!</p>
<p style="text-align: justify;">O Yôga que outrora embalou os <em>hippies</em>, <em>beatniks</em>, intelectuais, artistas, agora é “descoberto” e incorporado pelos poderosos homens de negócios.</p>
<p style="text-align: justify;">Há tempos que a maioria das multinacionais européias, norte-americanas e asiáticas vem utilizando Yôga como ferramenta de aprimoramento e qualidade de vida para seu corpo de empresários. Pudera, pois 160 bilhões de dólares são gastos, anualmente, pelas empresas em todo o mundo, com despesas médicas, hospitalares, indenizações, horas de trabalho perdidas e substituição de pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Companhias gastam milhões de dólares por ano na manutenção preventiva de suas máquinas.<br />
Não vemos razão para não fazermos o mesmo com nossos funcionários&#8221;.</em><br />
Peter Thigpen, presidente da Levi Strauss USA</p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente, achou-se no Yôga um modo de conter essa sangria monetária em decorrência de mazelas de saúde e afins. Com o tempo, a descoberta foi outra. Foi como deparar-se com a presença de petróleo em um terreno comprado para construção de uma casa. O Yôga revelou-se um grande instrumento para executivos mais antenados.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro efeito colateral: melhor administração do stress. Quando me deparo com aqueles famosos e batidos dizeres: “<em>No stress</em>”, me dá vontade de escrever abaixo: “Em demasia”, pois o <em>stress </em>em si não é ruim. Precisamos de uma dose dele para nossa sobrevivência. O stress é como o ego: importante; mas mais importante é não perder o controle sobre ele. O executivo, desde sua primeira aula, já sente a implosão do excesso de stress e suas conseqüências: pressão alta, dores de cabeça e nas costas, insônia, nervosismo, queda de cabelo e produtividade, problemas digestivos, úlceras e gastrites, impotência sexual e depressão.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, detectou-se um aumento na produtividade e criatividade. Alegria geral da corporação! Da mesma forma que o presidente da empresa não quer saber como determinada tarefa será feita, desde que seja cumprida; o executivo-yôgin não deve se preocupar como e por que acontece esse despertar de qualidades latentes, desde que aconteça! No entanto, a título de conhecimento, isso ocorre, dentre outras razões, devido às técnicas de respiração que fornecem uma cota extra de energia vital, aumentam a capacidade pulmonar e criam um <em>superávit </em>energético. Além da fundamental oxigenação cerebral que estimula os hemisférios cerebrais, equilibrando razão e emoção, raciocínio rápido e criação, capacidade de censura e sensibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Como se não bastasse, os exercícios de concentração e meditação elevaram os índices de acerto nas decisões empresariais em mais 100%. Os estados de lucidez, atenção dinamizada e plena consciência tornaram-se uma coqueluche nos negócios! E pasmem, algumas empresas no exterior chegaram a permitir que seus colaboradores passassem horas a fio a meditar, <strong><em>no horário de trabalho, dentro da empresa</em></strong>, com o objetivo de que gerem novas idéias, insights que possam auxiliar a companhia.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso tudo sem falar nas técnicas corporais do Yôga, que além de regularem o peso, promovem tônus muscular, melhor flexibilidade, alongamento, irrigação cerebral pelas posições invertidas etc&#8230; Como não há tricotomia entre físico, emoções e mente, estando os três totalmente interligados, o que se faz a um, se faz ao outro. Por exemplo, perceba na correria do seu dia-a-dia empresarial que qualquer tipo de tensão altera o seu padrão respiratório e/ou provoca uma dor qualquer pelo corpo (cabeça, estômago, ombros), inclusive enrijecendo músculos. Não é verdade? No Yôga, ensinamos a percorrer o caminho inverso; alterando conscientemente sua respiração e flexibilizando o corpo, influenciará direta e positivamente nas emoções e mente. Já ouviu falar em: “Corpo flexível, mente flexível”?</p>
<p style="text-align: justify;">Bem, apesar de tudo isto, creio que essa explosão da filosofia yôgi por entre os executivos se deva a algo mais profundo. Nos últimos anos, ministrei aulas para presidentes de grandes grupos, executivos extremamente bem sucedidos, homens únicos em suas áreas; como únicas também foram suas queixas em relação às suas vidas. Possuem tudo o que o dinheiro pode comprar. Aquela velha expressão: “Você tem tudo, não há do que reclamar”, caberia perfeitamente nestes casos, não fosse uma avaliação mais atenta, que tudo, nesta interpretação, não é o suficiente.</p>
<p style="text-align: justify;">Abraham Maslow, nascido em Nova York em 1908 e falecido em 1970, formulou uma teoria a que se convencionou chamar de hierarquia das necessidades dos seres humanos. Ilustrou-a em formato de pirâmide dividida em cinco partes. Na base da pirâmide estão as necessidades fisiológicas do indivíduo: a sobrevivência (alimentação, sono, etc.), na próxima etapa encontra-se as necessidades de segurança, de proteção contra qualquer tipo de ameaça. Subindo um degrau, temos a tão famosa expectativa social: estabilidade, afeto, família, aceitação por parte da sociedade. Em seguida, adentramos estima, <em>status</em>, reconhecimento, prestígio e por fim, no topo da pirâmide, a grande e poderosa necessidade de auto-realização e autoconhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Percebi com meus alunos de dois parágrafos acima que eles já haviam conquistado todos os blocos da pirâmide, com exceção do primeiro. Faltava a eles o <em>grand finale</em>, tocar a essência das coisas. E é aí que entra a busca pelo Yôga, a mais perfeita metodologia de autoconhecimento que a humanidade já teve contato. Neste momento, o homem desenvolve todo seu potencial interior, descortinando a verdadeira razão de sua existência.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>&#8220;Companhias gastam milhões de dólares por ano na manutenção preventiva de suas máquinas.<br />
Não vemos razão para não fazermos o mesmo com nossos funcionários&#8221;</em>.<br />
Peter Thigpen, presidente da Levi Strauss USA</p>
<p style="text-align: justify;">Texto escrito por Fábio Euksuzian.</p>

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		<title>O que é a Universidade de Yôga</title>
		<link>http://yogasbc.com.br/blog/index.php/2009/03/o-que-e-a-universidade-de-yoga/</link>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 17:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Método DeRose São Bernardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Uni-Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Yôga]]></category>

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		<description><![CDATA[Queremos compartilhar com você uma das maiores conquistas da nossa classe profissional. Nos moldes das grandes Universidades Livres que existem na Europa e Estados Unidos há muito tempo, foi fundada em 1994 a Primeira Universidade de Yôga do Brasil.
Inicialmente esta entidade não pretende ser um estabelecimento de ensino superior e sim ater-se ao conceito arcaico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Queremos compartilhar com você uma das maiores conquistas da nossa classe profissional. Nos moldes das grandes Universidades Livres que existem na Europa e Estados Unidos há muito tempo, foi fundada em 1994 a Primeira Universidade de Yôga do Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente esta entidade não pretende ser um estabelecimento de ensino superior e sim ater-se ao conceito arcaico de termo universitas: totalidade, conjunto. Na Idade Média, universitas veio a ser usada para designar “corporação”. Em Bolonha o termo foi aplicado à corporação de estudantes. Em Paris, ao contrário, foi aplicado ao conjunto de professores e alunos (universitas magistrorum et scholarium). Em Portugal, universidade acha-se documentado no sentido de “totalidade, conjunto (de pessoas)”, nas Ordenações Afonsinas (Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa). O Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea, da Academia das Ciências de Lisboa, oferece como primeiro significado da palavra universidade: “conjunto de elementos ou de coisas consideradas no seu todo. Generalidade, totalidade, universalidade”. No Brasil, o Dicionário Michaelis define como primeiro significado da palavra universidade: “totalidade, universalidade”. E o Dicionário Houaiss, define como primeiro significado: “qualidade ou condição de universal”. Portanto, o conceito de que Universidade seja um conjunto de faculdades é apenas um estereótipo contemporâneo.</p>
<p style="text-align: justify;">Tampouco somos os primeiros a idealizar este tipo de instituição. A Universidade livre de Música Tom Jobim (mantida pelo Estado de São Paulo), a Universidade Corporativa Visa (de São Paulo), a Universidade SEBRAE de Negócios (de Porto Alegre), a Universidade Holística (de Brasília), a Universidade Livre de Meio Ambiente (de Curitiba), a Universidade de Franchising (de São Paulo) e a Universidade do Cavalo (de São Paulo) são alguns dos muitos exemplos que podemos citar como procedentes.</p>
<p style="text-align: justify;">O que importa é que a sementinha está lançada e queremos compartilhá-la com todos os nossos colegas. Conto com o seu apoio para fazermos uma <a title="http://www.uni-yoga.org" href="http://www.uni-yoga.org" target="_blank">Universidade de Yôga</a> digna desse nome!</p>
<p style="text-align: right;">Texto escrito pelo <a title="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose" href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose" target="_blank">Educador DeRose</a>.</p>

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		<title>O SwáSthya Yôga e o Stress nas Empresas</title>
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		<pubDate>Sat, 14 Mar 2009 12:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Método DeRose São Bernardo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O recurso mais importante de uma empresa é o factor humano. Sem as pessoas não existem empresas. É delas que tudo o resto deriva e é por intermédio dessas mesmas pessoas que se poderão atingir excelentes resultados, se existirem condições que permitam desenvolver a motivação, a inovação e a criatividade para se ganharem os novos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O recurso mais importante de uma empresa é o factor humano. Sem as pessoas não existem empresas. É delas que tudo o resto deriva e é por intermédio dessas mesmas pessoas que se poderão atingir excelentes resultados, se existirem condições que permitam desenvolver a motivação, a inovação e a criatividade para se ganharem os novos desafios de uma sociedade competitiva em constante e rápida transformação.</p>
<p style="text-align: justify;">Acontece que muitos empresários fazem confusão entre produtividade e aumento de produção. Pensam que produzir mais com mais horas de trabalho, seja sinónimo de aumento de produtividade, mas isso significa simplesmente um aumento de produção. Contudo, aumentar a produtividade, é produzir mais com as mesmas horas de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, são muitas as empresas que produzem com níveis elevados de pressão, os quais vão gerar situações de stress excessivo entre o seu pessoal, o que irá ter reflexos no ambiente de trabalho, na qualidade do relacionamento entre todos e na produtividade da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe-se que é saudável ter um certo nível de tensão, pois permite ter a energia e a motivação suficiente para realizar e aumentar a nossa produtividade. Porém, precisamos de aprender a controlar o nosso stress, de modo a podermos mantê-lo num nível saudável, porque quando o stress é excessivo a nossa produtividade é bastante reduzida.</p>
<p style="text-align: justify;">Convém não esquecer que o stress é apresentado como a maior causa de acidentes e de abstenção ao trabalho e, também, de uma série de somatizações físicas e psíquicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, talvez por falta de informação, a maioria dos empresários e gestores, não reconhece isto, nem tem em consideração os problemas que o stress cria a eles próprios e às suas empresas, ao nível das relações humanas entre os funcionários, e entre estes e os clientes, na produtividade da empresa e na qualidade dos serviços e produtos fornecidos por esta.</p>
<p style="text-align: justify;">O stress é a resposta inespecífica do corpo a qualquer exigência que lhe seja feita. É a necessidade que o corpo tem de se adaptar e de voltar a estabelecer a normalidade existente antes da alteração ou problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Acontece que o stress em si não é mau. Sem ele o ser humano ficaria vulnerável e não conseguiria lutar, trabalhar ou criar com a necessária agressividade. O excesso ou a falta de gestão do stress é que se torna prejudicial, mas é possível aprender a reconhecer os seus sintomas e até a utilizá-lo positivamente no nosso benefício.</p>
<p style="text-align: justify;">São apontados como factores geradores de stress os problemas profissionais e familiares, o meio ambiente (mudanças climáticas, poluição, etc), a ausência da prática regular de exercício físico moderado e a alimentação deficiente e pouco cuidada.</p>
<p style="text-align: justify;">O problema da falta de produtividade, de qualidade dos serviços e produtos das empresas começa no factor humano. Assim, para se conquistarem os mercados e ter-se sucesso, precisamos primeiro que tudo de conquistar os colegas e os colaboradores ou funcionários. Estes devem estar conquistados, motivados e satisfeitos com a empresa e o seu projecto. Mas para isso é necessário que a empresa invista no bem-estar e na qualidade de vida dos seus colaboradores, não só em termos de lhes proporcionar uma justa e excelente remuneração monetária e outras regalias nessa área, mas também investindo mais no bem-estar físico e psíquico de cada indivíduo, através da sua formação em técnicas de combate ao stress, com exercício físico e mental que contribuam para uma melhor forma pessoal.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse aspecto o ideal, pelas suas características de desenvolvimento da consciência pessoal, é a prática do Yôga mais antigo e completo, o Swásthya Yôga, um método extremamente técnico e eficaz em termos de treino de auto-aperfeiçoamento, que se caracteriza por ser dinâmico, não-místico, sensorial e desrepressor e produzir efeitos rápidos e duradouros.</p>
<p style="text-align: justify;">Através da prática do Swásthya Yôga aprende-se a respirar melhor, a descontrair, a concentrar a mente, a exercitar o corpo de uma forma biológica e inteligente, sem agredir o seu bem-estar, a colocar melhor a voz, a melhorar e a descansar a visão, a desenvolver uma expressão corporal e estética mais de acordo com as nossas expectativas de conforto, saúde e beleza, a rentabilizar melhor o tempo, a melhorar a gestão pessoal e a administrar mais eficazmente o stress pessoal, desenvolvendo uma maior produtividade e criatividade.</p>
<p style="text-align: justify;">Adoptar um estilo de vida mais saudável é uma medida inteligente e eficaz para administrar o stress e reduzi-lo a níveis saudáveis. O Swásthya Yôga como filosofia prática de vida saudável que visa o auto-conhecimento, é altamente recomendado como um dos meios mais eficazes para administrar o stress e manter a forma física e mental. Por isso, é adoptado por uma grande faixa de público jovem, saudável e que se encontra bem com a vida, como empresários, profissionais liberais de várias áreas, professores e estudantes universitários, artistas (actores, cantores, músicos, modelos e manequins, pintores, escultores, designers etc.), desportistas profissionais, entre outras profissões.</p>
<p style="text-align: justify;">Dentro do feixe de oito técnicas que fazem parte da prática de Swásthya Yôga, a sua característica principal, existem várias técnicas que podem ser facilmente aplicadas no dia-a-dia e no local de trabalho, para desse modo aliviar o excesso de tensão provocados pela posição do corpo (sentado ao computador, no carro, em pé, etc.), ou pela pressão produzida pelos prazos de execução e finalização de um trabalho, ou por outros factores da vida pessoal, ou externos, como as mudanças ambientais e mundiais. Como exemplo, complementamos este artigo com alguns exercícios simples de executar em qualquer lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">Aprenda alguns exercícios para se descontrair no trabalho</p>
<p style="text-align: justify;">Prepare-se eficazmente para enfrentar o stress diário e desempenhar com maior eficácia e competitividade as suas actividades profissionais e pessoais, aplicando no seu dia-a-dia alguns exercícios de Swásthya Yôga para se libertar do excesso de tensão e administrar o seu stress.</p>
<p style="text-align: justify;">- Sentado com um dos ombros elevado</p>
<p style="text-align: justify;">Sentado com as costas direitas, inspire e eleve o seu ombro esquerdo. Concentre-se nos músculos que estiverem em maior solicitação e na sua respiração nasal, profunda, silenciosa e abdominal (Ao inspirar dilate o abdómen e ao expirar puxe-o para dentro). Mantenha durante alguns segundos o seu ombro elevado e depois expire baixando-o. Faça o mesmo para o lado contrário. Com este exercício pretende-se aliviar ou eliminar a tensão acumulada nessa zona do corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">- Sentado com a cabeça para trás e as mãos entrelaçadas atrás das costas</p>
<p style="text-align: justify;">Agora entrelace os dedos das mãos atrás das costas e ao expirar pelo nariz tombe a cabeça para trás e estique bem os braços atrás das costas. Deste modo, vamos aliviar a tensão nas costas e nos ombros. Permaneça um pouco, enquanto estiver confortável e fazendo respirações abdominais, profundas, conscientes e silenciosas.</p>
<p style="text-align: justify;">- Sentado com uma das pernas elevada e flectida</p>
<p style="text-align: justify;">Com as costas direitas inspire e eleve a perna direita dobrada. Segure o joelho com as duas mãos e puxe-o para perto do tronco. Mantenha a posição enquanto estiver confortável. depois desfaça e faça para o outro lado do mesmo modo.</p>
<p style="text-align: right;">Este texto foi escrito pelo Prof. António Pereira.<br />
Presidente da Federação de Yôga do Sul de Portugal.</p>

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		<title>Stress</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 12:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Método DeRose São Bernardo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Stress é o estado psico-orgânico produzido pela defasagem entre o potencial do indivíduo e o desafio que ele precisa enfrentar. Para administrá-lo, não nos limitamos a proporcionar relaxamento. Muito mais importante é aumentar a energia do praticante para que o seu potencial suba e possa enfrentar o desafio de cima para baixo.
O stress em si [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Stress é o estado psico-orgânico produzido pela defasagem entre o potencial do indivíduo e o desafio que ele precisa enfrentar. Para administrá-lo, não nos limitamos a proporcionar relaxamento. Muito mais importante é aumentar a energia do praticante para que o seu potencial suba e possa enfrentar o desafio de cima para baixo.</p>
<p style="text-align: justify;">O stress em si não é uma coisa ruim. Sem ele o ser humano ficaria vulnerável e não conseguiria lutar, trabalhar ou criar com a necessária agressividade. Mal é o excesso de stress ou a falta de controle sobre ele. Stress é aquele estado produzido por solicitação de auto-superação, o qual, para ser saudável, deveria ser esporádico.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre um alerta psicofísico e outro, a pessoa teria condições de se refazer desse estado de extrema tensão orgânica e mental. Para tanto, seria preciso que houvesse menor freqüência do estado de tensão ou então exercícios específicos para minimizar a fadiga generalizada dali resultante e que produz uma reação em cadeia de efeitos secundários tais como enfarte, pressão alta, enxaqueca, insônia, depressão, nervosismo, queda de produtividade, queda de cabelo, redução da capacidade imunológica, herpes, problemas digestivos, úlcera, gastrite, impotência sexual e muitos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Basta reduzir o stress para reduzir também todos esses seus efeitos, os quais, de outra forma, dificilmente cederiam a um tratamento verdadeiramente definitivo. A terapia ficaria sendo meramente paliativa ou um mascaramento dos sintomas.</p>
<p style="text-align: justify;">O Yôga é um dos recursos mais eficientes para reduzir o stress a níveis saudáveis. Tal opinião está publicada numa grande quantidade de livros sérios sobre o assunto e é partilhada por um bom número de médicos que indicam Yôga aos seus pacientes estressados.</p>
<p style="text-align: justify;">Por essa razão, são muitos os empresários, executivos, políticos, artistas e profissionais liberais que vão buscar no Yôga a dose extra de energia e dinamismo de que necessitam, mas, ao mesmo tempo, o controle de stress.</p>
<p style="text-align: justify;">Noventa por cento das pessoas sentem os efeitos de combate ao stress já na primeira sessão de Yôga bem conduzida.</p>
<p style="text-align: justify;">Texto escrito pelo <a title="Blog do DeRose" href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose" target="_blank">Educador DeRose</a>.</p>

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		<title>SwáSthya Yôga e o Combate ao Stress</title>
		<link>http://yogasbc.com.br/blog/index.php/2009/02/swasthya-yoga-e-o-combate-ao-stress/</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Feb 2009 01:43:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Método DeRose São Bernardo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
		<category><![CDATA[SwáSthya Yôga]]></category>

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		<description><![CDATA[Stress é o estado psico-orgânico produzido pela defasagem entre o potencial do indivíduo e o desafio que ele precisa enfrentar. Para administrá-lo, não nos limitamos a proporcionar relaxamento. Muito mais importante é aumentar a energia do praticante para que o seu potencial suba e possa enfrentar o desafio de cima para baixo.
O stress em si [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Stress é o estado psico-orgânico produzido pela defasagem entre o potencial do indivíduo e o desafio que ele precisa enfrentar. Para administrá-lo, não nos limitamos a proporcionar relaxamento. Muito mais importante é aumentar a energia do praticante para que o seu potencial suba e possa enfrentar o desafio de cima para baixo.</p>
<p style="text-align: justify;">O stress em si não é uma coisa ruim. Sem ele o ser humano ficaria vulnerável e não conseguiria lutar, trabalhar ou criar com a necessária agressividade. Mal é o excesso de stress ou a falta de controle sobre ele. Stress é aquele estado produzido por solicitação de auto-superação, o qual, para ser saudável, deveria ser esporádico.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre um alerta psicofísico e outro, a pessoa teria condições de se refazer desse estado de extrema tensão orgânica e mental. Para tanto, seria preciso que houvesse menor freqüência do estado de tensão ou então exercícios específicos para minimizar a fadiga generalizada dali resultante e que produz uma reação em cadeia de efeitos secundários tais como enfarte, pressão alta, enxaqueca, insônia, depressão, nervosismo, queda de produtividade, queda de cabelo, redução da capacidade imunológica, herpes, problemas digestivos, úlcera, gastrite, impotência sexual e muitos outros.</p>
<p style="text-align: justify;">Basta reduzir o stress para reduzir também todos esses seus efeitos, os quais, de outra forma, dificilmente cederiam a um tratamento verdadeiramente definitivo. A terapia ficaria sendo meramente paliativa ou um mascaramento dos sintomas.</p>
<p style="text-align: justify;">O Yôga é um dos recursos mais eficientes para reduzir o stress a níveis saudáveis. Tal opinião está publicada numa grande quantidade de livros sérios sobre o assunto e é partilhada por um bom número de médicos que indicam Yôga aos seus pacientes estressados.</p>
<p style="text-align: justify;">Por essa razão, são muitos os empresários, executivos, políticos, artistas e profissionais liberais que vão buscar no Yôga a dose extra de energia e dinamismo de que necessitam, mas, ao mesmo tempo, o controle de stress.</p>
<p style="text-align: justify;">Noventa por cento das pessoas sentem os efeitos de combate ao stress já na primeira sessão de Yôga bem conduzida.</p>
<p style="text-align: justify;">DeRose</p>

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		<title>A Nossa Cultura</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 10:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Método DeRose São Bernardo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>
		<category><![CDATA[DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre]]></category>
		<category><![CDATA[Nossa Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[sobre]]></category>
		<category><![CDATA[Uni-Yôga]]></category>

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		<description><![CDATA[Com quase 50 anos de trabalho na área de Yôga, cheguei à conclusão de que quando usamos o termo “Yôga”, as pessoas entendem qualquer coisa, menos Yôga. É como se, ao usar a palavra mágica “Yôga”, o usuário disponibilizasse o tal drive defeituoso para ler o arquivo.
Para que ele consiga entender – mais ou menos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Com quase 50 anos de trabalho na área de Yôga, cheguei à conclusão de que quando usamos o termo “Yôga”, as pessoas entendem qualquer coisa, menos Yôga. É como se, ao usar a palavra mágica “Yôga”, o usuário disponibilizasse o tal drive defeituoso para ler o arquivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Para que ele consiga entender – mais ou menos – o que estamos dizendo, precisamos pedir que substitua a palavra Yôga por outra como Ballet, Violino, Pintura, Escultura, Aikidô, Capoeira, Golfe ou Ginástica Olímpica. Aí o interlocutor nos olha com uma indisfarçável perplexidade de quem acabou de despertar e percebe que estava sendo preconceituoso nas suas interpretações anteriores com relação ao Yôga.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das circunstâncias mais surrealistas é quando a Imprensa vem nos entrevistar sobre Yôga e não nos deixa falar de Yôga. Quer que respondamos perguntas sobre amenidades, celulite, terapia, misticismo, religião, zen e tudo o que o Yôga não é. Quando começamos a dissertar sobre o fascinante e expressivo universo do Yôga como uma cultura abrangente que está arrebatando o interesse de milhões de jovens em tantos países, proporcionando refinamento, aprimoramento pessoal e evolução interior, bem&#8230; aí o jornalista não escreve nada do que o entrevistado declarou e completa as lacunas por conta própria com os lugares-comuns que o editor-chefe lhe incumbira.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas entendem por Yôga algo que o consumidor faz dentro da sala de uma academia: uns respiratórios, umas técnicas esdrúxulas, uns relaxamentos. Eu entendo por Yôga toda uma cultura muito mais abarcante, que inclui tudo o que façamos no trabalho, no esporte, nos estudos, na arte, nas relações afetivas, no relacionamento social, na alimentação e nos hábitos de vida. Então, quando aludo ao Yôga, não estou me referindo à mesma coisa que meu interlocutor está escutando. Assim sendo, se as pessoas entendem por Yôga outra coisa, a solução é evitar esse termo para minimizar os mal-entendidos. De que chamar, então, isso que eu chamo de Yôga, mas que a população não entende dessa forma? Decidi denominar provisoriamente essa filosofia de “A Nossa Cultura”.</p>
<p style="text-align: justify;">DeRose</p>
<p style="text-align: justify;">Texto extraído do site da União Nacional de Yôga &#8211; <a title="www.uni-yoga.org" href="http://www.uni-yoga.org" target="_blank">www.uni-yoga.org</a>.</p>

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