Archive for category Filosofia

Quadros sinóticos do Método DeRose

É da natureza humana querer compreender as coisas e, para isso, tentamos enquadrá-las em escaninhos já estabelecidos em nossa mente. Não é a toa que “enquadrar” e “escaninho” são conceitos associados a algo quadrado e padronizado.

Portanto, é natural que o interlocutor queira saber se é dança, ginástica, arte, terapia, filosofia… Mas e se não “encaixar” em nenhuma das alternativas?

Quando um praticante pretende explicar o que é o Método, frequentemente é confrontado com a pergunta:

— Método de quê?

Para que as pessoas compreendam melhor o que é o Método e, dessa forma, possam desfrutá-lo em todas as suas nuances, decidimos prestar estes esclarecimentos, através dos quadros sinóticos:

(Texto extraído do livro O que é o Método DeRose, DeRose)

 

Explicação do quadro acima:
Esta primeira explanação é a mais completa e que fala por si mesma devido à quantidade de texto.

Explicação do quadro acima:
O Método DeRose não é Yôga com outro nome. O Método contém Yôga no setor de técnicas. No entanto, o Método é muito mais, já que não se limita às técnicas. A melhor definição de Yôga, diz: “Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi.” Portanto, mesmo que conduza ao samádhi, se não for estritamente prática, não é Yôga. O Método contém Yôga, mas não é Yôga.
ATENÇÃO: Este quadro só deve ser utilizado se for levantada a questão ou se o interlocutor estiver entendendo errado, achando que o Método é Yôga com outro nome.

Explicação do quadro acima:
As técnicas aprimoram o indivíduo, porém os conceitos permitem mudar o mundo. Os círculos concêntricos são as ondas de choque que o adepto da Nossa Cultura produz e com as quais influencia, primeiro, o círculo familiar; depois, o círculo de amigos e colegas de trabalho, de faculdade, de esporte; por último, o círculo das pessoas com as quais nós cruzamos na nossa vida, inclusive os clientes, os fornecedores e os desconhecidos. É que as técnicas só beneficiam quem decidiu praticar formalmente o Método, senta e usa os exercícios. Mas esse praticante, quando incorpora os conceitos, contagia os familiares e os amigos que acabam praticando a Nossa Cultura e nem sabem que o estão fazendo. É o marido ou esposa, é o filho ou o pai, ou o irmão que acha que “ainda” não aderiu ao Método porque não pratica as técnicas. No entanto, já absorveu um life style, um modus vivendi, adotou hábitos, atitudes, comportamentos que são o cerne do nosso Método, conforme está descrito no livro  O que é o Método DeRose. Por favor, leia o livro.
(Quadros sinóticos via Blog do DeRose)

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Filosofia prática: ensinar pelo exemplo

Estamos acostumados a ouvir a palavra filosofia e pensar em um conjunto teórico e abstrato de investigações críticas e mentais relacionado ao mundo, ao homem e ao ser — muitas vezes, sem aplicação na vida cotidiana.

Na cultura ocidental, essa palavra se associa de maneira a refletir os sistemas de pensamento que floresceram a partir dos gregos. Neles, as respostas para os problemas existenciais se buscam a partir da dedução lógica. Não se valorizam a experiência prática nem a coerência entre as formulações filosóficas e o estilo de vida de quem a articula.

No entanto, em outras culturas, a palavra filosofia pode ter uma conotação totalmente prática. Uma filosofia entendida por uma visão definida por estar nele, atuando nele e sendo parte dele. Essa maneira de perceber e agir, conferimos na eloquente entrevista com o escritor DeRose:

Para download

Sem doutrinação e sem repressão,
o melhor caminho é o exemplo.
É a convivência.
É o que chamamos de egrégora.
Mestre DeRose

(extraído do livro O que é o Método DeRose)

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Dia do instrutor – 18 de abril

Como poucos de nós sabemos, dia 18 de abril é o Dia do Instrutor. É neste dia que homenageamos aqueles que dedicam sua vida a esta tão nobre filosofia. Pessoas que escolheram doar o seu mundo a cada um de nós identificados com o SwáSthya Yôga e o fazem com excelência, graça e estilo. Ao longo de mais de 50 anos vários instrutores transformaram a vida de milhares de pessoas e hoje transformam a nossa e ainda transformarão a vida de tantas outras pessoas. Sem nossos queridos instrutores, esta filosofia de vida pararia em algum lugar do tempo e do espaço e com o passar dos anos se perderia, restando apenas registros do que um dia foi essa preciosa cultura.

E é por isso que a cada prática devemos fazer o pújá cada vez mais forte, sincero e poderoso, para que estas pessoas tão especiais sigam com sua missão de vida que é ensinar o Yôga mais autêntico do mundo ao maior número de pessoas possível. Lembre-se que o pújá é feito com o mesmo sentimento doce e carinhoso que uma criança entrega uma maçã ou uma flor ao seu professor.

Devemos agradecer por existirem pessoas extraordinárias que passam todos os anos por uma rígida avaliação nas Federações de Yôga para estarem sempre atualizados e confirmar o compromisso sério que tem com a profissão que escolheram.

Vamos todos a cada dia em nossas práticas contribuir com toda a força, poder e energia que nossos instrutores nos dedicam sempre, pois só assim essa poderosa filosofia seguirá seu caminho ao longo da história da humanidade, pois o SwáSthya Yôga é um patrimônio cultural de nossa civilização. E não devemos esquecer de nosso Ilustríssimo Mestre DeRose que se dedica há décadas ao SwáSthya e se não fosse por ele ter codificado o Yôga Antigo, nenhum de nós teríamos acesso a esta jóia preciosa.

Autoria: Carla Rubio, em nome da turma da complementação pedagógica.

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Como contribuir para a perpetuação da Nossa Cultura (2)

A filosofia do nosso trabalho é cultivar um ambiente saudável, alegre, descontraído, pleno de camaradagem. Para tanto, importa-nos crescer na direção certa.

Podemos crescer de duas formas: de fora para dentro ou de dentro para fora.

De fora para dentro é através da propaganda. Essa não é ideal para você nem para nós. Primeiro, porque os custos se refletiriam nas mensalidades. Segundo, porque a propaganda pode trazer pessoas interessantes, mas, no meio, alguns que não serviriam para conviver com você.

De dentro para fora é através da indicação daqueles que já estão na nossa família, trazendo seus amigos e familiares. Essa alternativa interessa a você e a nós. A você, interessa porque teria colegas de turma mais confiáveis, educados, pessoas de sensibilidade e de boa cultura como os que hoje freqüentam a nossa casa.

Pense bem: com quem você gostaria de conviver nos próximos meses?

Traga essas pessoas para participar conosco desta maneira de viver que é muito mais do que executar exercícios nesta ou naquela turma – é também estabelecer uma convivência social, cultural e de lazer nos encontros, nos jantares facultativos, atividades recreativas de fim-de-semana, viagens para cursos e eventos, etc.

Você ganhará 50% de desconto na mensalidade para cada amigo que efetivamente se inscrever pela sua recomendação.

Seja sempre bem-vindo. Esta é a sua casa.

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Linha sucessória

Linha sucessória

Este é o quadro sinótico mais simples de todos os que compõem o currículo do Curso Básico de Yôga. Por trás dessa simplicidade, todavia, encerra-se um ensinamento poderoso.

A linha sucessória entre Shiva e você representa a passagem dos séculos e dos milênios. O primeiro Mestre criou esta filosofia poderosa e teve a generosidade de transmiti-la a discípulos, que por sua vez a retransmitiram, e assim, o Yôga pode chegar até você.

Se uma única geração de discípulos parar de repassar esses ensinamentos, o Yôga desaparecerá da face da Terra. Ao receber o SwáSthya Yôga, está implícito o compromisso de honra de perpetuá-lo, continuando a corrente de força e poder que começou com Shiva.

Então este quadro nos lembra da responsabilidade que temos. Por outro lado, que ele sirva para recordarmos que, cada vez que estivermos ensinando Yôga, teremos por trás de nós a força e a energia acumulativa que os Mestres Ancestrais nos legaram.

Texto da apostila Quadros Sinóticos do Curso Básico de Yôga, do instrutor Rodrigo De Bona.

Se você identifica-se com a proposta desta cultura riquíssima, se tem vontade de compartilhar o prazer que vivencia através do SwáSthya, se foi tocado pelo texto acima como se ele tivesse sido escrito para você; saiba que você pode contribuir para a perpetuação do Yôga Antigo. A partir de agora você terá várias dicas para tornar isto uma realidade e a primeira delas é: divulgue nosso blog para os seus contatos de email, orkut, facebook, etc.

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O que você vai desenvolver no Pré-Yôga

Técnicas de Respiração:

Reeducação respiratória;
Explorar e ampliar a capacidade pulmonar;
Respiração abdominal e completa;
Fases da respiração;
Tipos de respiração;
Técnicas que sedam e estimulam;
Respiração ritmada.

Técnicas de Purificação Orgânica:

Massageamento e purificação dos órgãos internos;
Limpeza dos globos oculares e treinamento para melhorar a visão;
Limpeza das narinas, do seio maxilar e dos pulmões;
Estas técnicas permitirão um melhor funcionamento dos órgãos trabalhados.

Técnicas Orgânicas:

Alongamento, fortalecimento e definição muscular;
Flexibilidade e resistência articular;
Coordenação motora;
Melhora na postura;
Consciência corporal;
Regras Gerais de execução: respiração, permanência, repetição, ângulo didático, compensação e segurança.

Técnicas de descontração:

Atingir uma profunda descontração muscular e nervosa e junto com as demais técnicas da prática administrar e implodir o stress

Encadeamento das técnicas:

Aula com ênfase nas passagens de uma técnica para a outra.

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O que é uma codificação

Este texto foi extraído do livro Quando é Preciso Ser Forte, do Mestre DeRose.

O que é uma codificação

“Imagine que você ganhou como herança um armário muito antigo (no nosso caso,de cinco mil anos). De tanto admirá-lo, limpá-lo, mexer e remexer nele,acabou encontrando um painel que parecia esconder alguma coisa dentro. Depois de muito tempo, trabalho e esforço para não danificar essa preciosidade, finalmente você consegue abrir. Era uma gaveta esquecida e, por isso mesmo lacrada pelo tempo. Lá dentro você contempla extasiado um tesouro arqueológico: ferramentas, pergaminhos, sinetes, esculturas! Uma inestimável contribuição cultural!

As ferramentas ainda funcionam, pois os utensílios antigos eram muitos fortes, construídos com arte e feitos para durar. Os pergaminhos estão legíveis e contêm ensinamentos importantes sobre a origem e a utilização das ferramentas e dos sinetes, bem como sobre o significado histórico das esculturas. Tudo esta intacto sim, mas tremendamente desarrumado, embaralhado e com a poeira dos séculos. Então, você limpa cuidadosamente e arruma a gaveta. Pergaminhos aqui, ferramentas acolá, sinetes à esquerda, esculturas à direita. Depois você fecha de novo a gaveta, agora sempre disponível e organizada.

O que foi que você tirou da gaveta? O que acrescentou? Nada. Você apenas organizou, sistematizou, codificou.

Pois foi apenas isso que fizemos. O armário é o Yôga Antigo, cuja herança nos foi deixada pelos Mestres ancestrais. A gaveta é um comprimento de onda peculiar no inconsciente coletivo. As ferramentas são as técnicas do Yôga. Os pergaminhos são os ensinamentos dos Mestres do passado, que jamais teríamos a petulância de querer alterar. Isto foi a sistematização do SwáSthya Yôga.

Por ter sido honesta e cuidadosa em não modificar , não adaptar, nem ocidentalizar coisa alguma, nossa codificação foi muito bem aceita pela maioria dos estudiosos. Hoje, esse método sistematizado no Brasil existe em todos os Continentes. Se alguém não o conhecer pelo nome de SwáSthya Yôga, conhecerá seguramente pelo nome erudito e antigo: Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga.

Seu nome já denota as origens ancestrais uma vez que o Yôga mais antigo (pré-clássico, pré-ariano) era de fundamentação Tantra e Sámkhya. Compare estas informações com o quadro da Cronologia Histórica publicado originalmente no meu livro Yôga Sútra de Pátañjali, editado sob a chancela da Universidade de Yôga.”

Através da leitura desde livro você conhecerá a trajetória de um dos mais reconhecidos reeducadores comportamentais, com um texto fácil e agradável que esclarece e ao mesmo tempo diverte. Este é um livro obrigatório na biblioteca de todo bom praticante de SwáSthya Yôga, pois oferece grandes ensinamentos e um vasto universo de conhecimento de um homem que dedicou toda a sua vida e o seu carinho em nome de uma Filosofia.

Pela incontestável importância dessa obra literária a sua leitura é necessária aos praticantes que desejam passar de grau ou participar de cursos ministrados pelo Mestre DeRose.

Não perca mais tempo procure o seu instrutor e adquira já o seu.

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A Nossa Cultura

Com quase 50 anos de trabalho na área de Yôga, cheguei à conclusão de que quando usamos o termo “Yôga”, as pessoas entendem qualquer coisa, menos Yôga. É como se, ao usar a palavra mágica “Yôga”, o usuário disponibilizasse o tal drive defeituoso para ler o arquivo.

Para que ele consiga entender – mais ou menos – o que estamos dizendo, precisamos pedir que substitua a palavra Yôga por outra como Ballet, Violino, Pintura, Escultura, Aikidô, Capoeira, Golfe ou Ginástica Olímpica. Aí o interlocutor nos olha com uma indisfarçável perplexidade de quem acabou de despertar e percebe que estava sendo preconceituoso nas suas interpretações anteriores com relação ao Yôga.

Uma das circunstâncias mais surrealistas é quando a Imprensa vem nos entrevistar sobre Yôga e não nos deixa falar de Yôga. Quer que respondamos perguntas sobre amenidades, celulite, terapia, misticismo, religião, zen e tudo o que o Yôga não é. Quando começamos a dissertar sobre o fascinante e expressivo universo do Yôga como uma cultura abrangente que está arrebatando o interesse de milhões de jovens em tantos países, proporcionando refinamento, aprimoramento pessoal e evolução interior, bem… aí o jornalista não escreve nada do que o entrevistado declarou e completa as lacunas por conta própria com os lugares-comuns que o editor-chefe lhe incumbira.

As pessoas entendem por Yôga algo que o consumidor faz dentro da sala de uma academia: uns respiratórios, umas técnicas esdrúxulas, uns relaxamentos. Eu entendo por Yôga toda uma cultura muito mais abarcante, que inclui tudo o que façamos no trabalho, no esporte, nos estudos, na arte, nas relações afetivas, no relacionamento social, na alimentação e nos hábitos de vida. Então, quando aludo ao Yôga, não estou me referindo à mesma coisa que meu interlocutor está escutando. Assim sendo, se as pessoas entendem por Yôga outra coisa, a solução é evitar esse termo para minimizar os mal-entendidos. De que chamar, então, isso que eu chamo de Yôga, mas que a população não entende dessa forma? Decidi denominar provisoriamente essa filosofia de “A Nossa Cultura”.

DeRose

Texto extraído do site da União Nacional de Yôga – www.uni-yoga.org.

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O que é o Pré-Yôga?

Para entender um pouco mais sobre o Pré-Yôga selecionamos este trecho da página 138 do livro Tratado de Yôga, do Mestre DeRose, 42ª edição, editora DeRose/Nobel:

“Pré-Yôga é um desdobramento do SwáSthya heterodoxo que, todavia, conquistou identidade própria. Não deve ser confundido com o Yôga em si.

Pré-Yôga é o estágio preliminar, obrigatório antes do interessado ter acesso ao Yôga propriamente dito. Deve permanecer no Pré-Yôga o mínimo possível de tempo, a menos que seu objetivo seja unicamente o de dedicar-se a uma técnica biológica e não queira de maneira nenhuma praticar Yôga. Nesse caso, vai trabalhar exclusivamente o organismo, com efeitos imediatos, intensos e de larga duração. Tem uma proposta descomplicada, sem filosofia, sem compromissos, sem sânscrito.

Algumas vezes, somos procurados por interessados em praticar nossa técnica e, por uma questão de honestidade, reconhecendo que seus objetivos não serão alcançados com Pré-Yôga, orientamo-los para que experimentem natação, musculação, dança, artes marciais, etc. Tudo é válido, dependendo do que a pessoa precisa ou deseja. Da mesma forma, é comum que alguém venha às nossas escolas ou associações filiadas procurando por Yôga e esclarecemos que Pré-Yôga satisfará melhor suas expectativas. Ou vice-versa.

Embora pertença à estrutura global do SwáSthya como um Pré-Yôga, ele sozinho não é Yôga. Pré-Yôga não é Yôga uma vez que não se enquadra na definição técnica do Yôga. Lembra-se dela? Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi. Ora, se Pré-Yôga não se propõe a conduzir ao samádhi, como de fato não conduz, então, tecnicamente não é Yôga.”

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