Archive for category Filosofia

Silencio

Autoria desconhecida

El reposo que acompaña la ausencia de sonidos es algo que se llega a añorar intensamente cuando se vive en un universo de altos decibeles. El silencio está emparentado con la reflexión, y puede dar lugar tanto al sosiego como a la inquietud, dependiendo de la predisposición del momento.

Al evocar el descanso en silencio, reconocemos que no hay una desaparición total de los estímulos sonoros sino una presencia muy sutil de mínimos ruiditos, como para acentuar el contraste. El bosque o el campo son ejemplos de lugares con silencios mínima pero definitivamente poblados.

El equivalente a la retirada sonora en el campo visual podría ser la desaparición de las imágenes. No obstante, se observa el mismo fenómeno mencionado a nivel auditivo: a veces es más reparador apreciar un amplio paisaje, donde la mirada pueda perderse, que simplemente cerrar los ojos y abandonarse a la oscuridad.

El cuerpo también puede estar en silencio: la inmovilidad total y consciente, distinta del estado de sueño, en la cual es posible percibir los ínfimos movimientos de la musculatura interna e incluso de los órganos, se asemeja a la quietud de un paisaje al atardecer, en ese momento en que los ruidos del día dan paso sigilosamente a la sordina de la noche.

¿Y el pensamiento, puede enmudecer momentáneamente? Por un lado, es la herramienta más poderosa, porque permite vivenciar estados con la simple evocación, sin necesidad de trasladarse físicamente a ningún otro sitio. La descripción de un sonido o de un paisaje genera de manera refleja la imagen y el estado asociado. El pensamiento es como la cuerda de un arco de tiro: cuanto más se tense la cuerda, enriqueciendo la imaginación, tanto más lejos podrá llegar la flecha del silencio mental. La propia imaginación, entonces, es utilizada como punto de partida para lograr un completo estado de aquietamiento.

Como explica DeRose, la mente es como un niño: decíle que, si se queda quieta por cinco minutos, le concederás la dispersión que pide, ya sea leer un libro, llamar a alguien, salir de casa, en fin: cualquier cosa que caracterice a la distracción. Una vez prometido, cumplí. Vas a ver que la mente se comportará exactamente como un niño y se aquietará bajo la expectativa de la recompensa. Repitiendo este proceso, notarás que cada día, entre una dispersión y otra, los intervalos van alargándose, y que cada vez se hace más fácil traer la mente de vuelta a aquietarse. DeRose, Meditação.

(Texto de Yael Barcesat, Calidad de vida en práctica)

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Reciprocidade


Na verdade, aos poucos descobrimos que os outros são nossos espelhos
e nos devolvem a luz, as ações e os sentimentos que lhe passamos
— Flávio Souza.

Os zoólogos, observando primatas em cativeiros, notaram a intensa troca de favores entre chimpanzés  e com a intenção explícita de aumentar o leque de vantagens competitivas dos negociantes.

Não é diferente na sociedade dos primatas bípedes  pelados, dos homo sapiens. Aproximamos-nos ou  nos afastamos das pessoas na medida em que a  relação que construímos com cada uma delas nos traga alguma vantagem ou não.

E não estamos apenas falando de interesse financeiro. Este é apenas uns dos muitos interesses que consideramos importantes. Mas existem muitos outros, tais como bom humor, capacidade de ouvir as pessoas, generosidade, solidariedade, lealdade, cultura, boa rede de relacionamentos etc.

Todo o tempo, nosso cérebro ancestral, uma parte muito primitiva da nossa massa encefálica e que não mudou nos últimos 10 mil anos, permanentemente esquadrinha o meio ambiente a procura de vantagens que garantam a sobrevivência individual, de sua prole ou grupo.

Este processo de busca de prerrogativas competitivas funciona para muito além da consciência, é uma ferramenta evolutiva característica dos mamíferos e faz parte do kit de preservação das espécies. Portanto, está presente na sociedade dos leões, das hienas, dos gorilas e dos humanos também.

Mas o indivíduo que busca vantagens, como em qualquer negociação, deve oferecer sempre algo em troca. Pessoas que nada tem a acenar, apresentando um comportamento vampirizador, rapidamente são identificadas e excluídas.

Alguns sinais externos deste perfil comportamental são a auto-piedade, mau humor, introversão, ciúmes, hostilidade gratuita, usura e incapacidade de se colocar no lugar do outro.

Nossa Rede é um exemplo vivo de reciprocidade, o nome que damos aos bons acordos e trocas entre mamíferos.

Cada um de nós deve tornar-se um epicentro de muitos valores de intercâmbio, compartilhados e disseminados, que se conduzidos com a ética que nos é habitual, tornará Nossa Cultura cada vez mais forte, generosa, rica em valores, influência e poder gregário.

(Texto extraído do d’O Blog do Jojó)

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DeRose no Raio X do Estadão

O jornalista Felipe Machado nos brindou com tão bela entrevista no Estadão. Vamos entrar no site e agradecer. Abaixo da entrevista, um vídeo do concerto e o link do artista citados pelo DeRose.

Site do artista Maurício Takiguthi

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Quadros sinóticos do Método DeRose

É da natureza humana querer compreender as coisas e, para isso, tentamos enquadrá-las em escaninhos já estabelecidos em nossa mente. Não é a toa que “enquadrar” e “escaninho” são conceitos associados a algo quadrado e padronizado.

Portanto, é natural que o interlocutor queira saber se é dança, ginástica, arte, terapia, filosofia… Mas e se não “encaixar” em nenhuma das alternativas?

Quando um praticante pretende explicar o que é o Método, frequentemente é confrontado com a pergunta:

— Método de quê?

Para que as pessoas compreendam melhor o que é o Método e, dessa forma, possam desfrutá-lo em todas as suas nuances, decidimos prestar estes esclarecimentos, através dos quadros sinóticos:

(Texto extraído do livro O que é o Método DeRose, DeRose)

 

Explicação do quadro acima:
Esta primeira explanação é a mais completa e que fala por si mesma devido à quantidade de texto.

Explicação do quadro acima:
O Método DeRose não é Yôga com outro nome. O Método contém Yôga no setor de técnicas. No entanto, o Método é muito mais, já que não se limita às técnicas. A melhor definição de Yôga, diz: “Yôga é qualquer metodologia estritamente prática que conduza ao samádhi.” Portanto, mesmo que conduza ao samádhi, se não for estritamente prática, não é Yôga. O Método contém Yôga, mas não é Yôga.
ATENÇÃO: Este quadro só deve ser utilizado se for levantada a questão ou se o interlocutor estiver entendendo errado, achando que o Método é Yôga com outro nome.

Explicação do quadro acima:
As técnicas aprimoram o indivíduo, porém os conceitos permitem mudar o mundo. Os círculos concêntricos são as ondas de choque que o adepto da Nossa Cultura produz e com as quais influencia, primeiro, o círculo familiar; depois, o círculo de amigos e colegas de trabalho, de faculdade, de esporte; por último, o círculo das pessoas com as quais nós cruzamos na nossa vida, inclusive os clientes, os fornecedores e os desconhecidos. É que as técnicas só beneficiam quem decidiu praticar formalmente o Método, senta e usa os exercícios. Mas esse praticante, quando incorpora os conceitos, contagia os familiares e os amigos que acabam praticando a Nossa Cultura e nem sabem que o estão fazendo. É o marido ou esposa, é o filho ou o pai, ou o irmão que acha que “ainda” não aderiu ao Método porque não pratica as técnicas. No entanto, já absorveu um life style, um modus vivendi, adotou hábitos, atitudes, comportamentos que são o cerne do nosso Método, conforme está descrito no livro  O que é o Método DeRose. Por favor, leia o livro.
(Quadros sinóticos via Blog do DeRose)

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Filosofia prática: ensinar pelo exemplo

Estamos acostumados a ouvir a palavra filosofia e pensar em um conjunto teórico e abstrato de investigações críticas e mentais relacionado ao mundo, ao homem e ao ser — muitas vezes, sem aplicação na vida cotidiana.

Na cultura ocidental, essa palavra se associa de maneira a refletir os sistemas de pensamento que floresceram a partir dos gregos. Neles, as respostas para os problemas existenciais se buscam a partir da dedução lógica. Não se valorizam a experiência prática nem a coerência entre as formulações filosóficas e o estilo de vida de quem a articula.

No entanto, em outras culturas, a palavra filosofia pode ter uma conotação totalmente prática. Uma filosofia entendida por uma visão definida por estar nele, atuando nele e sendo parte dele. Essa maneira de perceber e agir, conferimos na eloquente entrevista com o escritor DeRose:

Para download

Sem doutrinação e sem repressão,
o melhor caminho é o exemplo.
É a convivência.
É o que chamamos de egrégora.
Mestre DeRose

(extraído do livro O que é o Método DeRose)

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Dia do instrutor – 18 de abril

Como poucos de nós sabemos, dia 18 de abril é o Dia do Instrutor. É neste dia que homenageamos aqueles que dedicam sua vida a esta tão nobre filosofia. Pessoas que escolheram doar o seu mundo a cada um de nós identificados com o SwáSthya Yôga e o fazem com excelência, graça e estilo. Ao longo de mais de 50 anos vários instrutores transformaram a vida de milhares de pessoas e hoje transformam a nossa e ainda transformarão a vida de tantas outras pessoas. Sem nossos queridos instrutores, esta filosofia de vida pararia em algum lugar do tempo e do espaço e com o passar dos anos se perderia, restando apenas registros do que um dia foi essa preciosa cultura.

E é por isso que a cada prática devemos fazer o pújá cada vez mais forte, sincero e poderoso, para que estas pessoas tão especiais sigam com sua missão de vida que é ensinar o Yôga mais autêntico do mundo ao maior número de pessoas possível. Lembre-se que o pújá é feito com o mesmo sentimento doce e carinhoso que uma criança entrega uma maçã ou uma flor ao seu professor.

Devemos agradecer por existirem pessoas extraordinárias que passam todos os anos por uma rígida avaliação nas Federações de Yôga para estarem sempre atualizados e confirmar o compromisso sério que tem com a profissão que escolheram.

Vamos todos a cada dia em nossas práticas contribuir com toda a força, poder e energia que nossos instrutores nos dedicam sempre, pois só assim essa poderosa filosofia seguirá seu caminho ao longo da história da humanidade, pois o SwáSthya Yôga é um patrimônio cultural de nossa civilização. E não devemos esquecer de nosso Ilustríssimo Mestre DeRose que se dedica há décadas ao SwáSthya e se não fosse por ele ter codificado o Yôga Antigo, nenhum de nós teríamos acesso a esta jóia preciosa.

Autoria: Carla Rubio, em nome da turma da complementação pedagógica.

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Como contribuir para a perpetuação da Nossa Cultura (2)

A filosofia do nosso trabalho é cultivar um ambiente saudável, alegre, descontraído, pleno de camaradagem. Para tanto, importa-nos crescer na direção certa.

Podemos crescer de duas formas: de fora para dentro ou de dentro para fora.

De fora para dentro é através da propaganda. Essa não é ideal para você nem para nós. Primeiro, porque os custos se refletiriam nas mensalidades. Segundo, porque a propaganda pode trazer pessoas interessantes, mas, no meio, alguns que não serviriam para conviver com você.

De dentro para fora é através da indicação daqueles que já estão na nossa família, trazendo seus amigos e familiares. Essa alternativa interessa a você e a nós. A você, interessa porque teria colegas de turma mais confiáveis, educados, pessoas de sensibilidade e de boa cultura como os que hoje freqüentam a nossa casa.

Pense bem: com quem você gostaria de conviver nos próximos meses?

Traga essas pessoas para participar conosco desta maneira de viver que é muito mais do que executar exercícios nesta ou naquela turma – é também estabelecer uma convivência social, cultural e de lazer nos encontros, nos jantares facultativos, atividades recreativas de fim-de-semana, viagens para cursos e eventos, etc.

Você ganhará 50% de desconto na mensalidade para cada amigo que efetivamente se inscrever pela sua recomendação.

Seja sempre bem-vindo. Esta é a sua casa.

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Linha sucessória

Linha sucessória

Este é o quadro sinótico mais simples de todos os que compõem o currículo do Curso Básico de Yôga. Por trás dessa simplicidade, todavia, encerra-se um ensinamento poderoso.

A linha sucessória entre Shiva e você representa a passagem dos séculos e dos milênios. O primeiro Mestre criou esta filosofia poderosa e teve a generosidade de transmiti-la a discípulos, que por sua vez a retransmitiram, e assim, o Yôga pode chegar até você.

Se uma única geração de discípulos parar de repassar esses ensinamentos, o Yôga desaparecerá da face da Terra. Ao receber o SwáSthya Yôga, está implícito o compromisso de honra de perpetuá-lo, continuando a corrente de força e poder que começou com Shiva.

Então este quadro nos lembra da responsabilidade que temos. Por outro lado, que ele sirva para recordarmos que, cada vez que estivermos ensinando Yôga, teremos por trás de nós a força e a energia acumulativa que os Mestres Ancestrais nos legaram.

Texto da apostila Quadros Sinóticos do Curso Básico de Yôga, do instrutor Rodrigo De Bona.

Se você identifica-se com a proposta desta cultura riquíssima, se tem vontade de compartilhar o prazer que vivencia através do SwáSthya, se foi tocado pelo texto acima como se ele tivesse sido escrito para você; saiba que você pode contribuir para a perpetuação do Yôga Antigo. A partir de agora você terá várias dicas para tornar isto uma realidade e a primeira delas é: divulgue nosso blog para os seus contatos de email, orkut, facebook, etc.

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O que você vai desenvolver no Pré-Yôga

Técnicas de Respiração:

Reeducação respiratória;
Explorar e ampliar a capacidade pulmonar;
Respiração abdominal e completa;
Fases da respiração;
Tipos de respiração;
Técnicas que sedam e estimulam;
Respiração ritmada.

Técnicas de Purificação Orgânica:

Massageamento e purificação dos órgãos internos;
Limpeza dos globos oculares e treinamento para melhorar a visão;
Limpeza das narinas, do seio maxilar e dos pulmões;
Estas técnicas permitirão um melhor funcionamento dos órgãos trabalhados.

Técnicas Orgânicas:

Alongamento, fortalecimento e definição muscular;
Flexibilidade e resistência articular;
Coordenação motora;
Melhora na postura;
Consciência corporal;
Regras Gerais de execução: respiração, permanência, repetição, ângulo didático, compensação e segurança.

Técnicas de descontração:

Atingir uma profunda descontração muscular e nervosa e junto com as demais técnicas da prática administrar e implodir o stress

Encadeamento das técnicas:

Aula com ênfase nas passagens de uma técnica para a outra.

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O que é uma codificação

Este texto foi extraído do livro Quando é Preciso Ser Forte, do Mestre DeRose.

O que é uma codificação

“Imagine que você ganhou como herança um armário muito antigo (no nosso caso,de cinco mil anos). De tanto admirá-lo, limpá-lo, mexer e remexer nele,acabou encontrando um painel que parecia esconder alguma coisa dentro. Depois de muito tempo, trabalho e esforço para não danificar essa preciosidade, finalmente você consegue abrir. Era uma gaveta esquecida e, por isso mesmo lacrada pelo tempo. Lá dentro você contempla extasiado um tesouro arqueológico: ferramentas, pergaminhos, sinetes, esculturas! Uma inestimável contribuição cultural!

As ferramentas ainda funcionam, pois os utensílios antigos eram muitos fortes, construídos com arte e feitos para durar. Os pergaminhos estão legíveis e contêm ensinamentos importantes sobre a origem e a utilização das ferramentas e dos sinetes, bem como sobre o significado histórico das esculturas. Tudo esta intacto sim, mas tremendamente desarrumado, embaralhado e com a poeira dos séculos. Então, você limpa cuidadosamente e arruma a gaveta. Pergaminhos aqui, ferramentas acolá, sinetes à esquerda, esculturas à direita. Depois você fecha de novo a gaveta, agora sempre disponível e organizada.

O que foi que você tirou da gaveta? O que acrescentou? Nada. Você apenas organizou, sistematizou, codificou.

Pois foi apenas isso que fizemos. O armário é o Yôga Antigo, cuja herança nos foi deixada pelos Mestres ancestrais. A gaveta é um comprimento de onda peculiar no inconsciente coletivo. As ferramentas são as técnicas do Yôga. Os pergaminhos são os ensinamentos dos Mestres do passado, que jamais teríamos a petulância de querer alterar. Isto foi a sistematização do SwáSthya Yôga.

Por ter sido honesta e cuidadosa em não modificar , não adaptar, nem ocidentalizar coisa alguma, nossa codificação foi muito bem aceita pela maioria dos estudiosos. Hoje, esse método sistematizado no Brasil existe em todos os Continentes. Se alguém não o conhecer pelo nome de SwáSthya Yôga, conhecerá seguramente pelo nome erudito e antigo: Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya Yôga.

Seu nome já denota as origens ancestrais uma vez que o Yôga mais antigo (pré-clássico, pré-ariano) era de fundamentação Tantra e Sámkhya. Compare estas informações com o quadro da Cronologia Histórica publicado originalmente no meu livro Yôga Sútra de Pátañjali, editado sob a chancela da Universidade de Yôga.”

Através da leitura desde livro você conhecerá a trajetória de um dos mais reconhecidos reeducadores comportamentais, com um texto fácil e agradável que esclarece e ao mesmo tempo diverte. Este é um livro obrigatório na biblioteca de todo bom praticante de SwáSthya Yôga, pois oferece grandes ensinamentos e um vasto universo de conhecimento de um homem que dedicou toda a sua vida e o seu carinho em nome de uma Filosofia.

Pela incontestável importância dessa obra literária a sua leitura é necessária aos praticantes que desejam passar de grau ou participar de cursos ministrados pelo Mestre DeRose.

Não perca mais tempo procure o seu instrutor e adquira já o seu.

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