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Como contribuir para a perpetuação da Nossa Cultura (2)
Posted by Método DeRose São Bernardo in Filosofia, ação efetiva on 24/03/2009
A filosofia do nosso trabalho é cultivar um ambiente saudável, alegre, descontraído, pleno de camaradagem. Para tanto, importa-nos crescer na direção certa.
Podemos crescer de duas formas: de fora para dentro ou de dentro para fora.
De fora para dentro é através da propaganda. Essa não é ideal para você nem para nós. Primeiro, porque os custos se refletiriam nas mensalidades. Segundo, porque a propaganda pode trazer pessoas interessantes, mas, no meio, alguns que não serviriam para conviver com você.
De dentro para fora é através da indicação daqueles que já estão na nossa família, trazendo seus amigos e familiares. Essa alternativa interessa a você e a nós. A você, interessa porque teria colegas de turma mais confiáveis, educados, pessoas de sensibilidade e de boa cultura como os que hoje freqüentam a nossa casa.
Pense bem: com quem você gostaria de conviver nos próximos meses?
Traga essas pessoas para participar conosco desta maneira de viver que é muito mais do que executar exercícios nesta ou naquela turma – é também estabelecer uma convivência social, cultural e de lazer nos encontros, nos jantares facultativos, atividades recreativas de fim-de-semana, viagens para cursos e eventos, etc.
Você ganhará 50% de desconto na mensalidade para cada amigo que efetivamente se inscrever pela sua recomendação.
Seja sempre bem-vindo. Esta é a sua casa.
A Nossa Cultura
Posted by Método DeRose São Bernardo in Artigos, Filosofia on 20/02/2009
Com quase 50 anos de trabalho na área de Yôga, cheguei à conclusão de que quando usamos o termo “Yôga”, as pessoas entendem qualquer coisa, menos Yôga. É como se, ao usar a palavra mágica “Yôga”, o usuário disponibilizasse o tal drive defeituoso para ler o arquivo.
Para que ele consiga entender – mais ou menos – o que estamos dizendo, precisamos pedir que substitua a palavra Yôga por outra como Ballet, Violino, Pintura, Escultura, Aikidô, Capoeira, Golfe ou Ginástica Olímpica. Aí o interlocutor nos olha com uma indisfarçável perplexidade de quem acabou de despertar e percebe que estava sendo preconceituoso nas suas interpretações anteriores com relação ao Yôga.
Uma das circunstâncias mais surrealistas é quando a Imprensa vem nos entrevistar sobre Yôga e não nos deixa falar de Yôga. Quer que respondamos perguntas sobre amenidades, celulite, terapia, misticismo, religião, zen e tudo o que o Yôga não é. Quando começamos a dissertar sobre o fascinante e expressivo universo do Yôga como uma cultura abrangente que está arrebatando o interesse de milhões de jovens em tantos países, proporcionando refinamento, aprimoramento pessoal e evolução interior, bem… aí o jornalista não escreve nada do que o entrevistado declarou e completa as lacunas por conta própria com os lugares-comuns que o editor-chefe lhe incumbira.
As pessoas entendem por Yôga algo que o consumidor faz dentro da sala de uma academia: uns respiratórios, umas técnicas esdrúxulas, uns relaxamentos. Eu entendo por Yôga toda uma cultura muito mais abarcante, que inclui tudo o que façamos no trabalho, no esporte, nos estudos, na arte, nas relações afetivas, no relacionamento social, na alimentação e nos hábitos de vida. Então, quando aludo ao Yôga, não estou me referindo à mesma coisa que meu interlocutor está escutando. Assim sendo, se as pessoas entendem por Yôga outra coisa, a solução é evitar esse termo para minimizar os mal-entendidos. De que chamar, então, isso que eu chamo de Yôga, mas que a população não entende dessa forma? Decidi denominar provisoriamente essa filosofia de “A Nossa Cultura”.
DeRose
Texto extraído do site da União Nacional de Yôga – www.uni-yoga.org.