Posts Tagged stress

O executivo Yôgin

Há alguns anos, o título deste artigo seria motivo de grande curiosidade, ou até mesmo de ficção!

O Yôga que outrora embalou os hippies, beatniks, intelectuais, artistas, agora é “descoberto” e incorporado pelos poderosos homens de negócios.

Há tempos que a maioria das multinacionais européias, norte-americanas e asiáticas vem utilizando Yôga como ferramenta de aprimoramento e qualidade de vida para seu corpo de empresários. Pudera, pois 160 bilhões de dólares são gastos, anualmente, pelas empresas em todo o mundo, com despesas médicas, hospitalares, indenizações, horas de trabalho perdidas e substituição de pessoal.

“Companhias gastam milhões de dólares por ano na manutenção preventiva de suas máquinas.
Não vemos razão para não fazermos o mesmo com nossos funcionários”.

Peter Thigpen, presidente da Levi Strauss USA

Inicialmente, achou-se no Yôga um modo de conter essa sangria monetária em decorrência de mazelas de saúde e afins. Com o tempo, a descoberta foi outra. Foi como deparar-se com a presença de petróleo em um terreno comprado para construção de uma casa. O Yôga revelou-se um grande instrumento para executivos mais antenados.

Primeiro efeito colateral: melhor administração do stress. Quando me deparo com aqueles famosos e batidos dizeres: “No stress”, me dá vontade de escrever abaixo: “Em demasia”, pois o stress em si não é ruim. Precisamos de uma dose dele para nossa sobrevivência. O stress é como o ego: importante; mas mais importante é não perder o controle sobre ele. O executivo, desde sua primeira aula, já sente a implosão do excesso de stress e suas conseqüências: pressão alta, dores de cabeça e nas costas, insônia, nervosismo, queda de cabelo e produtividade, problemas digestivos, úlceras e gastrites, impotência sexual e depressão.

Em seguida, detectou-se um aumento na produtividade e criatividade. Alegria geral da corporação! Da mesma forma que o presidente da empresa não quer saber como determinada tarefa será feita, desde que seja cumprida; o executivo-yôgin não deve se preocupar como e por que acontece esse despertar de qualidades latentes, desde que aconteça! No entanto, a título de conhecimento, isso ocorre, dentre outras razões, devido às técnicas de respiração que fornecem uma cota extra de energia vital, aumentam a capacidade pulmonar e criam um superávit energético. Além da fundamental oxigenação cerebral que estimula os hemisférios cerebrais, equilibrando razão e emoção, raciocínio rápido e criação, capacidade de censura e sensibilidade.

Como se não bastasse, os exercícios de concentração e meditação elevaram os índices de acerto nas decisões empresariais em mais 100%. Os estados de lucidez, atenção dinamizada e plena consciência tornaram-se uma coqueluche nos negócios! E pasmem, algumas empresas no exterior chegaram a permitir que seus colaboradores passassem horas a fio a meditar, no horário de trabalho, dentro da empresa, com o objetivo de que gerem novas idéias, insights que possam auxiliar a companhia.

Isso tudo sem falar nas técnicas corporais do Yôga, que além de regularem o peso, promovem tônus muscular, melhor flexibilidade, alongamento, irrigação cerebral pelas posições invertidas etc… Como não há tricotomia entre físico, emoções e mente, estando os três totalmente interligados, o que se faz a um, se faz ao outro. Por exemplo, perceba na correria do seu dia-a-dia empresarial que qualquer tipo de tensão altera o seu padrão respiratório e/ou provoca uma dor qualquer pelo corpo (cabeça, estômago, ombros), inclusive enrijecendo músculos. Não é verdade? No Yôga, ensinamos a percorrer o caminho inverso; alterando conscientemente sua respiração e flexibilizando o corpo, influenciará direta e positivamente nas emoções e mente. Já ouviu falar em: “Corpo flexível, mente flexível”?

Bem, apesar de tudo isto, creio que essa explosão da filosofia yôgi por entre os executivos se deva a algo mais profundo. Nos últimos anos, ministrei aulas para presidentes de grandes grupos, executivos extremamente bem sucedidos, homens únicos em suas áreas; como únicas também foram suas queixas em relação às suas vidas. Possuem tudo o que o dinheiro pode comprar. Aquela velha expressão: “Você tem tudo, não há do que reclamar”, caberia perfeitamente nestes casos, não fosse uma avaliação mais atenta, que tudo, nesta interpretação, não é o suficiente.

Abraham Maslow, nascido em Nova York em 1908 e falecido em 1970, formulou uma teoria a que se convencionou chamar de hierarquia das necessidades dos seres humanos. Ilustrou-a em formato de pirâmide dividida em cinco partes. Na base da pirâmide estão as necessidades fisiológicas do indivíduo: a sobrevivência (alimentação, sono, etc.), na próxima etapa encontra-se as necessidades de segurança, de proteção contra qualquer tipo de ameaça. Subindo um degrau, temos a tão famosa expectativa social: estabilidade, afeto, família, aceitação por parte da sociedade. Em seguida, adentramos estima, status, reconhecimento, prestígio e por fim, no topo da pirâmide, a grande e poderosa necessidade de auto-realização e autoconhecimento.

Percebi com meus alunos de dois parágrafos acima que eles já haviam conquistado todos os blocos da pirâmide, com exceção do primeiro. Faltava a eles o grand finale, tocar a essência das coisas. E é aí que entra a busca pelo Yôga, a mais perfeita metodologia de autoconhecimento que a humanidade já teve contato. Neste momento, o homem desenvolve todo seu potencial interior, descortinando a verdadeira razão de sua existência.

“Companhias gastam milhões de dólares por ano na manutenção preventiva de suas máquinas.
Não vemos razão para não fazermos o mesmo com nossos funcionários”
.
Peter Thigpen, presidente da Levi Strauss USA

Texto escrito por Fábio Euksuzian.

  • Share/Bookmark

, ,

No Comments

O SwáSthya Yôga e o Stress nas Empresas

O recurso mais importante de uma empresa é o factor humano. Sem as pessoas não existem empresas. É delas que tudo o resto deriva e é por intermédio dessas mesmas pessoas que se poderão atingir excelentes resultados, se existirem condições que permitam desenvolver a motivação, a inovação e a criatividade para se ganharem os novos desafios de uma sociedade competitiva em constante e rápida transformação.

Acontece que muitos empresários fazem confusão entre produtividade e aumento de produção. Pensam que produzir mais com mais horas de trabalho, seja sinónimo de aumento de produtividade, mas isso significa simplesmente um aumento de produção. Contudo, aumentar a produtividade, é produzir mais com as mesmas horas de trabalho.

Por isso, são muitas as empresas que produzem com níveis elevados de pressão, os quais vão gerar situações de stress excessivo entre o seu pessoal, o que irá ter reflexos no ambiente de trabalho, na qualidade do relacionamento entre todos e na produtividade da empresa.

Sabe-se que é saudável ter um certo nível de tensão, pois permite ter a energia e a motivação suficiente para realizar e aumentar a nossa produtividade. Porém, precisamos de aprender a controlar o nosso stress, de modo a podermos mantê-lo num nível saudável, porque quando o stress é excessivo a nossa produtividade é bastante reduzida.

Convém não esquecer que o stress é apresentado como a maior causa de acidentes e de abstenção ao trabalho e, também, de uma série de somatizações físicas e psíquicas.

Porém, talvez por falta de informação, a maioria dos empresários e gestores, não reconhece isto, nem tem em consideração os problemas que o stress cria a eles próprios e às suas empresas, ao nível das relações humanas entre os funcionários, e entre estes e os clientes, na produtividade da empresa e na qualidade dos serviços e produtos fornecidos por esta.

O stress é a resposta inespecífica do corpo a qualquer exigência que lhe seja feita. É a necessidade que o corpo tem de se adaptar e de voltar a estabelecer a normalidade existente antes da alteração ou problema.

Acontece que o stress em si não é mau. Sem ele o ser humano ficaria vulnerável e não conseguiria lutar, trabalhar ou criar com a necessária agressividade. O excesso ou a falta de gestão do stress é que se torna prejudicial, mas é possível aprender a reconhecer os seus sintomas e até a utilizá-lo positivamente no nosso benefício.

São apontados como factores geradores de stress os problemas profissionais e familiares, o meio ambiente (mudanças climáticas, poluição, etc), a ausência da prática regular de exercício físico moderado e a alimentação deficiente e pouco cuidada.

O problema da falta de produtividade, de qualidade dos serviços e produtos das empresas começa no factor humano. Assim, para se conquistarem os mercados e ter-se sucesso, precisamos primeiro que tudo de conquistar os colegas e os colaboradores ou funcionários. Estes devem estar conquistados, motivados e satisfeitos com a empresa e o seu projecto. Mas para isso é necessário que a empresa invista no bem-estar e na qualidade de vida dos seus colaboradores, não só em termos de lhes proporcionar uma justa e excelente remuneração monetária e outras regalias nessa área, mas também investindo mais no bem-estar físico e psíquico de cada indivíduo, através da sua formação em técnicas de combate ao stress, com exercício físico e mental que contribuam para uma melhor forma pessoal.

Nesse aspecto o ideal, pelas suas características de desenvolvimento da consciência pessoal, é a prática do Yôga mais antigo e completo, o Swásthya Yôga, um método extremamente técnico e eficaz em termos de treino de auto-aperfeiçoamento, que se caracteriza por ser dinâmico, não-místico, sensorial e desrepressor e produzir efeitos rápidos e duradouros.

Através da prática do Swásthya Yôga aprende-se a respirar melhor, a descontrair, a concentrar a mente, a exercitar o corpo de uma forma biológica e inteligente, sem agredir o seu bem-estar, a colocar melhor a voz, a melhorar e a descansar a visão, a desenvolver uma expressão corporal e estética mais de acordo com as nossas expectativas de conforto, saúde e beleza, a rentabilizar melhor o tempo, a melhorar a gestão pessoal e a administrar mais eficazmente o stress pessoal, desenvolvendo uma maior produtividade e criatividade.

Adoptar um estilo de vida mais saudável é uma medida inteligente e eficaz para administrar o stress e reduzi-lo a níveis saudáveis. O Swásthya Yôga como filosofia prática de vida saudável que visa o auto-conhecimento, é altamente recomendado como um dos meios mais eficazes para administrar o stress e manter a forma física e mental. Por isso, é adoptado por uma grande faixa de público jovem, saudável e que se encontra bem com a vida, como empresários, profissionais liberais de várias áreas, professores e estudantes universitários, artistas (actores, cantores, músicos, modelos e manequins, pintores, escultores, designers etc.), desportistas profissionais, entre outras profissões.

Dentro do feixe de oito técnicas que fazem parte da prática de Swásthya Yôga, a sua característica principal, existem várias técnicas que podem ser facilmente aplicadas no dia-a-dia e no local de trabalho, para desse modo aliviar o excesso de tensão provocados pela posição do corpo (sentado ao computador, no carro, em pé, etc.), ou pela pressão produzida pelos prazos de execução e finalização de um trabalho, ou por outros factores da vida pessoal, ou externos, como as mudanças ambientais e mundiais. Como exemplo, complementamos este artigo com alguns exercícios simples de executar em qualquer lugar.

Aprenda alguns exercícios para se descontrair no trabalho

Prepare-se eficazmente para enfrentar o stress diário e desempenhar com maior eficácia e competitividade as suas actividades profissionais e pessoais, aplicando no seu dia-a-dia alguns exercícios de Swásthya Yôga para se libertar do excesso de tensão e administrar o seu stress.

- Sentado com um dos ombros elevado

Sentado com as costas direitas, inspire e eleve o seu ombro esquerdo. Concentre-se nos músculos que estiverem em maior solicitação e na sua respiração nasal, profunda, silenciosa e abdominal (Ao inspirar dilate o abdómen e ao expirar puxe-o para dentro). Mantenha durante alguns segundos o seu ombro elevado e depois expire baixando-o. Faça o mesmo para o lado contrário. Com este exercício pretende-se aliviar ou eliminar a tensão acumulada nessa zona do corpo.

- Sentado com a cabeça para trás e as mãos entrelaçadas atrás das costas

Agora entrelace os dedos das mãos atrás das costas e ao expirar pelo nariz tombe a cabeça para trás e estique bem os braços atrás das costas. Deste modo, vamos aliviar a tensão nas costas e nos ombros. Permaneça um pouco, enquanto estiver confortável e fazendo respirações abdominais, profundas, conscientes e silenciosas.

- Sentado com uma das pernas elevada e flectida

Com as costas direitas inspire e eleve a perna direita dobrada. Segure o joelho com as duas mãos e puxe-o para perto do tronco. Mantenha a posição enquanto estiver confortável. depois desfaça e faça para o outro lado do mesmo modo.

Este texto foi escrito pelo Prof. António Pereira.
Presidente da Federação de Yôga do Sul de Portugal.

  • Share/Bookmark

, ,

2 Comments

Stress

Stress é o estado psico-orgânico produzido pela defasagem entre o potencial do indivíduo e o desafio que ele precisa enfrentar. Para administrá-lo, não nos limitamos a proporcionar relaxamento. Muito mais importante é aumentar a energia do praticante para que o seu potencial suba e possa enfrentar o desafio de cima para baixo.

O stress em si não é uma coisa ruim. Sem ele o ser humano ficaria vulnerável e não conseguiria lutar, trabalhar ou criar com a necessária agressividade. Mal é o excesso de stress ou a falta de controle sobre ele. Stress é aquele estado produzido por solicitação de auto-superação, o qual, para ser saudável, deveria ser esporádico.

Entre um alerta psicofísico e outro, a pessoa teria condições de se refazer desse estado de extrema tensão orgânica e mental. Para tanto, seria preciso que houvesse menor freqüência do estado de tensão ou então exercícios específicos para minimizar a fadiga generalizada dali resultante e que produz uma reação em cadeia de efeitos secundários tais como enfarte, pressão alta, enxaqueca, insônia, depressão, nervosismo, queda de produtividade, queda de cabelo, redução da capacidade imunológica, herpes, problemas digestivos, úlcera, gastrite, impotência sexual e muitos outros.

Basta reduzir o stress para reduzir também todos esses seus efeitos, os quais, de outra forma, dificilmente cederiam a um tratamento verdadeiramente definitivo. A terapia ficaria sendo meramente paliativa ou um mascaramento dos sintomas.

O Yôga é um dos recursos mais eficientes para reduzir o stress a níveis saudáveis. Tal opinião está publicada numa grande quantidade de livros sérios sobre o assunto e é partilhada por um bom número de médicos que indicam Yôga aos seus pacientes estressados.

Por essa razão, são muitos os empresários, executivos, políticos, artistas e profissionais liberais que vão buscar no Yôga a dose extra de energia e dinamismo de que necessitam, mas, ao mesmo tempo, o controle de stress.

Noventa por cento das pessoas sentem os efeitos de combate ao stress já na primeira sessão de Yôga bem conduzida.

Texto escrito pelo Educador DeRose.

  • Share/Bookmark

, ,

No Comments

O Yôga nas empresas: moda ou tendência?

“…

Por que Presidentes, Vice-Presidentes e Diretores de grandes empresas parariam tudo para meditar ou respirar? Já não respiramos o dia inteiro? O que eles constataram foi que dedicando alguns instantes no meio do expediente, não apenas reduziam drasticamente o seu estresse e a pressão arterial, mas também obtinham uma eclosão de criatividade e rendimento. Mais do que isso: é comum que durante a prática de SwáSthya Yôga alguém do primeiro escalão peça licença e pare os exercícios para tomar notas. Ocorrera, naquele momento, um fenômeno conhecido como intuição linear. Uma descoberta de valor inestimável aflorara ao consciente do profissional. Com esse conhecimento ele passará a frente da concorrência e, enquanto as demais empresas ainda estão gastando tempo e dinheiro para realizar pesquisas de mercado e outras, a que aplica as técnicas do SwáSthya, o Yôga Antigo, já estará lá na frente.

Alguns empresários e executivos preferem praticar com personal Yôga trainner em suas casas ou na sede empresa, acoplando a práticas às atividades de sua rotina. Esses, logo são notados pelos colegas. É normal que os colegas perguntem o que ele anda tomando. Hormônios? Algum tratamento novo? Alguma droga moderna? A poção mágica do Asterix? Nada disso. O brilho no olhar, a disposição, a energia que não acaba, a criatividade, a boa forma corporal, a alegria contagiante, tudo isso veio de dentro dele mesmo. Só foi necessário parar um pouco de socar estímulos de fora para dentro e deixar que saísse o que esse profissional, esse ser humano tinha no seu interior e estava a ponto de explodir como um vulcão arrolhado.

A disposição, a administração dos efeitos do stress, a sensação de vitalidade e aumento expressivo na qualidade de vida serão sentidos nas primeiras aulas, planejadas em conjunto com o instrutor que fará um trabalho extremamente personalizado.

…”

Extraído do texto O Yôga nas Expresas: moda ou tendência? do Mestre DeRose.

  • Share/Bookmark

, ,

3 Comments

SwáSthya Yôga e o Combate ao Stress

Stress é o estado psico-orgânico produzido pela defasagem entre o potencial do indivíduo e o desafio que ele precisa enfrentar. Para administrá-lo, não nos limitamos a proporcionar relaxamento. Muito mais importante é aumentar a energia do praticante para que o seu potencial suba e possa enfrentar o desafio de cima para baixo.

O stress em si não é uma coisa ruim. Sem ele o ser humano ficaria vulnerável e não conseguiria lutar, trabalhar ou criar com a necessária agressividade. Mal é o excesso de stress ou a falta de controle sobre ele. Stress é aquele estado produzido por solicitação de auto-superação, o qual, para ser saudável, deveria ser esporádico.

Entre um alerta psicofísico e outro, a pessoa teria condições de se refazer desse estado de extrema tensão orgânica e mental. Para tanto, seria preciso que houvesse menor freqüência do estado de tensão ou então exercícios específicos para minimizar a fadiga generalizada dali resultante e que produz uma reação em cadeia de efeitos secundários tais como enfarte, pressão alta, enxaqueca, insônia, depressão, nervosismo, queda de produtividade, queda de cabelo, redução da capacidade imunológica, herpes, problemas digestivos, úlcera, gastrite, impotência sexual e muitos outros.

Basta reduzir o stress para reduzir também todos esses seus efeitos, os quais, de outra forma, dificilmente cederiam a um tratamento verdadeiramente definitivo. A terapia ficaria sendo meramente paliativa ou um mascaramento dos sintomas.

O Yôga é um dos recursos mais eficientes para reduzir o stress a níveis saudáveis. Tal opinião está publicada numa grande quantidade de livros sérios sobre o assunto e é partilhada por um bom número de médicos que indicam Yôga aos seus pacientes estressados.

Por essa razão, são muitos os empresários, executivos, políticos, artistas e profissionais liberais que vão buscar no Yôga a dose extra de energia e dinamismo de que necessitam, mas, ao mesmo tempo, o controle de stress.

Noventa por cento das pessoas sentem os efeitos de combate ao stress já na primeira sessão de Yôga bem conduzida.

DeRose

  • Share/Bookmark

, , , ,

3 Comments